A técnica de IMPROvisação
teatral está alicerçada na capacidade das pessoas serem espontâneas em
contracena, como o diálogo que acontece não é ensaiado, o ótimo desenrolar
da cena depende do quão estão preparados os atores para o imprevisto.
Para Keith Johnstone a
espontaneidade, está intimamente ligada à criatividade e ao fomentar da
imaginação, por isso privilegia a resposta espontanea (a 1ª resposta) nos seus jogos e narrativas de improvisação.
Para J. L. Moreno a
espontaneidade é uma energia psíquica que é gerada no momento em que o
indivíduo tem que dar uma nova resposta (mas adequada) a uma situação. A
espontaneidade surge num momento único sem o uso da cognição, como se de
repente se acendesse uma luz brilhante num espaço escuro, capaz de mudar o rumo
da situação de forma original e sem constrangimentos.
Na situação de improviso, o ator depara-se sempre com situações novas que requerem o exercício da espontaneidade, e as suas rápidas e originais respostas estão quase sempre livre dos “filtros sociais” (influências exteriores) que são inculcados pela sociedade. Com o exercício da espontaneidade promovem-se vias alternativas de resolução de problemas, que nunca seriam alcançadas através do raciocínio.
Para alguns teóricos (J. L. Moreno, David Kipper, por exemplo) espontaneidade e saúde são quase sinónimos. [cont.]
Na situação de improviso, o ator depara-se sempre com situações novas que requerem o exercício da espontaneidade, e as suas rápidas e originais respostas estão quase sempre livre dos “filtros sociais” (influências exteriores) que são inculcados pela sociedade. Com o exercício da espontaneidade promovem-se vias alternativas de resolução de problemas, que nunca seriam alcançadas através do raciocínio.
Para alguns teóricos (J. L. Moreno, David Kipper, por exemplo) espontaneidade e saúde são quase sinónimos. [cont.]
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